A usina de Belo Monte está gerando uma certa “divisão” no nosso país, de um lado governantes e empresários visando o “desenvolvimento”, de outro, indígenas e ambientalistas visando a proteção e o desenvolvimento sem agredir a natureza. Com a construção da usina cerca de 640 Km² da floresta vai alagar, enquanto uma parte alaga, a outra parte seca.
A usina de Belo Monte vai ser a terceira maior usina do planeta, do mundo, mas por incrível que pareça só vai produzir um terço da capacidade, isso porque durante 8 meses do ano a região seca. Mais de 30 bilhões de reais serão gastos cerca de 80 % dos impostos arrecadados em torno de 24 bilhões de reais serão tirados do nosso bolso para trazer “desenvolvimento”, ou será destruição?
Esse projeto prevê a construção de uma barragem principal no Rio Xingu, localizada a 40 km abaixo da cidade de Altamira, no Sítio Pimental, sendo que o Reservatório do Xingu, localiza-se no Sítio Bela Vista. A partir deste reservatório, a água será desviada por canais de derivação que formarão o reservatório dos canais, localizado a 50 km de Altamira. De acordo com a última alteração no projeto, os dois canais de derivação previstos foram substituídos por um canal apenas. Desta forma, o reservatório dos canais foi renomeado para reservatório intermediário. Está certo que nós seres humanos não vivemos mais sem energia elétrica, mas será que essa é a única forma de se produzir energia? Cade os nossos ventos? Energia limpa é aquela que não devasta a natureza, como a energia eólica.
Precisamos prestar mais atenção com os assuntos relacionados ao nosso país, e ver se o desenvolvimento é realmente real, precisamos analisar se é beneficio ou destruição. Essa usina ainda está em construção, vamos ficar parados esperando o resultado desastroso ou vamos nos unir e tomar uma atitude?

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